Luís Vaz de Camões.

                 

Luís  Vaz de Camões nasceu provavelmente em Lisboa, em 1524 ou 1525. Sobre sua vida pessoal pouco se sabe com certeza; tinha possivel ascendência fidalga, mas não era rico. Frenquentou reuniões da nobreza cortesã e a boemia lisboeta. Participou de campanhas militares no norte da África, onde perdeu um olho em combate. Foi presso,tanto em Portugal como na Ásia, por onde andou durante varios anos e onde sofreu um naufrágio,do qual, segundo a tradição, conseguiu salvar  os manuscritos de seu poema épico, Os Lusíadas. Em 1567 ou 1569 estava em Moçambique, onde retornou a Portugal, não sem antes ter sofrido o furto dos originais de um livro, O parnaso de Luís de Camões, em que, acredita-se , o poeta estava reunindo sua produção lírica.Em 1572 foram pulicados Os Lusíadas, e Camões passou a receber irregularmente uma pequena pensão (tença, nos termos da época) do governo português.Morreu bastante pobre, em 1580.

    A obra poética de Luís de Camões abrange uma extensa produção lírica, escrita tanto nas formas poéticas tradicionais, de origem medieval (“a medida velha”), como nas formas de feição classica e italianizante(“a medida nova”). Pouquissimos poemas líricos foram publicados durante a vida de Camões: somente em 1595 surgiram as Rimas, reunindo poemas coletados em diversos cancioneiros manuscritos. Ainda hoje, há dificuldades para delimitar precisamente a produção lírica do poeta. Ao lado da produção lírica, Camões escreveu Os Lusíadas, poema épico que, como já vimos, foi publicado em 1572. Também produziu teatro (Os anfitriões, El–rei Seleuco e Filodemo). Algumas cartas do autor chegaram até nós.

Tanto chegou que podemos  observar  em letras de musicas dos dias atuais como:

Monte Castelo

Legião Urbana

Ainda que eu falasse
A língua dos homens
E falasse a língua dos anjos,
Sem amor eu nada seria.

É só o amor! É só o amor
Que conhece o que é verdade.
O amor é bom, não quer o mal,
Não sente inveja ou se envaidece.

O amor é o fogo que arde sem se ver;
É ferida que dói e não se sente;
É um contentamento descontente;
É dor que desatina sem doer.

Ainda que eu falasse
A língua dos homens
E falasse a língua dos anjos
Sem amor eu nada seria.

É um não querer mais que bem querer;
É solitário andar por entre a gente;
É um não contentar-se de contente;
É cuidar que se ganha em se perder.

É um estar-se preso por vontade;
É servir a quem vence, o vencedor;
É um ter com quem nos mata a lealdade.
Tão contrário a si é o mesmo amor.

Estou acordado e todos dormem.
Todos dormem. Todos dormem.
Agora vejo em parte,
Mas então veremos face a face.

É só o amor! É só o amor
Que conhece o que é verdade.

Ainda que eu falasse
A língua dos homens
E falasse a língua dos anjos,
Sem amor eu nada seria.

Composição: Renato Russo (recortes do Apóstolo Paulo e de Camões).

  No entanto, o que podemos analisar é que Renato Russo incorporou a essa música versos de Camões (cujo poema fala do amor entre amantes), modificando o sentido de amor (na música, seria entre os seres humanos em geral), e trechos da Bíblia (1ª Epístola de São Paulo aos Coríntios), só que no caso desta última, trocou a palavra “caridade” da Bíblia por “amor”.Ele se refere à falta de amor entre os homens, numa espécie de crítica às guerras, à falta de amor entre a humanidade em si, como ocorreu no caso da Batalha de Monte Castelo, na Itália, a qual os soldados brasileiros invadiram e tomaram no final da 2ª Guerra Mundial.

Interessantes são as curiosidades sobre Camões (homenagens)…

                                                  Praça Luís de Camões.

  • A Praça Luís de Camões (nome de um imortal poeta) é composta por uma figura em bronze no centro de uma Praça empedrada com calçada portuguesa. Com a estátua de Luís de Camões, Lisboa via não só nascer uma bela e discreta praça urbana, como também um signo imperativo de conceitos modernos de cidadania, corporizados na figura de um herói – poeta, eterno exilado que morrera pobre e só.
    O autor/ escultor do monumento, construído entre 1860 e 1867, foi Vítor Bastos. Foi inaugurado com grande cerimonial e participação pública, em 1867, sendo uma das grandes esculturas urbanas de grande escala a animar um espaço tradicional. A praça, urbanizada em 1859, após a destruição e remoção das ruínas do velho Palácio do marquês de Marialva e do Loreto, só ficou completa com a colocação do conjunto escultórico.
  • Sobre um grande pedestal em pedra com 7,5m, rodeado de estatuária em pedra representativa de figuras notáveis da nossa história, ergue-se a figura do poeta executada em bronze com seis metros de altura. É caracterizada por um paralelepípedo facetado, cujas arestas se acostam às figuras mais prestigiadas da cultura clássica nacional, (de Fernão Lopez a Zurara, de Pedro Nunes e João de Barros), empenhados, como o Poeta, no engrandecimento e celebração da Pátria.
    Acima deles, sobre a dupla base, elegantemente emoldurada, ergue-se a figura coroada de louros de Camões, numa postura solitária, simultaneamente discreta e impositiva, como se apropriasse e protegesse a cidade a partir daquele lugar alto que ampliava o espaço cultural e convencional do Chiado. É de grandes dimensões e tem uma postura heróica.

                                           O retrato pintado em Goa, 1581.

 

Cédula de mil escudos de Angola, com a efígie de Camões.

Provavelmente executado entre 1573 e 1575 o chamado “retrato pintado a vermelho”, ilustrado na abertura do artigo, é considerado por   Vasco Graça Moura como “o único e precioso documento fidedigno de que dispomos para conhecer as feições do épico, retratado em vida por um pintor profissional”. O que se conhece desse retrato é uma cópia, feita a pedido do 3º  duque de Lafões, executada por Luís José Pereira de Resende entre 1819 e 1844, a partir do original que foi encontrado num saco de seda verde nos escombros do incêndio do palácio dos  Condes da Ericeira, Marques de Louriçal, e que entretanto desapareceu.

 

Túmulo do poeta no Mosteiro dos Jeronimos.

 Camões viveu seus anos finais num quarto de uma casa próxima da Igreja de Santa Ana, num estado, segundo narra a tradição, da mais indigna pobreza, “sem um trapo para se cobrir”. Le Gentil considerou essa visão um exagero romântico, pois ainda podia manter o escravo Jau, que trouxera do oriente, e documentos oficiais atestam que dispunha de alguns meios de vida. Depois de ver-se amargurado pela derrota portuguesa na  Batalha de alcácer-Quibir, onde desapareceu Dom Sebastião, levando Portugal a perder sua independência para  Espanha, adoeceu, segundo Le Gentil, de peste. Foi transportado para o hospital, e faleceu em 10 de junho de 1580, sendo enterrado, segundo Faria e Sousa, numa campa rasa na Igreja de Santa Ana, ou no cemitério dos pobres do mesmo hospital, segundo  Teofilo Braga. A sua mãe, tendo-lhe sobrevivido, passou a receber a sua pensão em herança. Os recibos, encontrados na  Torre do tombo, documentam a data da morte do poeta, embora tenha sido preservado umepitáfio  escrito por Dom Gonçalo Coutinho, onde consta, erroneamente, como tendo falecido em 1579. Depois do terramoto de 1755 , que destruiu a maior parte de Lisboa, foram feitas tentativas para se reencontrar os despojos de Camões, todas frustradas. A ossada que foi depositada em 1880 numa tumba no Mosteiro dos Jerónimos

É importante ressaltar que..

Para aqueles que consideram o Renascimento um período histórico homogéneo, informado pelos ideais clássicos e que se estende até o fim do século XVI, Camões é pura e simplesmente um renascentista, mas de modo geral reconhece-se que o século XVI foi amplamente dominado por uma derivação estilística chamada Maneirismo, que em vários pontos é uma escola anticlássica e de várias formas prefigura o Barroco. Assim, para vários autores, é mais adequado descrever o estilo camoniano como maneirista, distinguindo-o do classicismo renascentista típico. Isso se justifica pela presença de vários recursos de linguagem e de uma abordagem dos seus temas que não estão concordes às doutrinas de equilíbrio, economia, tranquilidade, harmonia, unidade e invariável idealismo que são os eixos fundamentais do classicismo renascentista.

CONHECENDO UM POUCO SOBRE  A OBRA DE CAMÕES :OS LUSÍADAS.

  • Desafio e conquista: Os Lusíadas dentro da classificação dos gêneros literários é considerado um poema épico. Uma epopeia que tem como objetivo narrar os feitos heroicos dos navegantes portugueses que liderados por Vasco da Gama, lançaram-se ao mar numa época em que existiam fortes crendices na existência de monstros marinhos e outras ameaças além do mar. O poema se ocupa da narração da superação dos limites físicos e geográficos que se apresentam na execução da grande missão de conquistas, como ultrapassar o cabo das tormentas, no sul da África e chega a Calicute na Índia.
  • O Herói: No modelo das epopeias Greco Latinas temos a presença de um herói, cuja força e coragem aproximam-no dos deuses. Esse herói centraliza completamente as ações da narrativa, que existem quase que somente para destacar suas qualidades. Diferentes das outras epopeias, que se afastavam do fato histórico por séculos. Os Lusíadas foram escritos a menos de um século depois da viagem de Vasco da Gama, fato este que não permitia a superestimação dos valores e poderes humanos, assim Camões com grande engenhosidade ampliou o caráter heroico de suas personagens. Assim o herói de os Lusíadas não é tão somente Vasco da Gama, mas todos os portugueses, apresentados naquela viagem pela figura do capitão. Assim, o autor consegue trazer à obra o espirito nacionalista que se verificava em Portugal entre os séculos XV e XVI.
  • Deus e deuses: As epopeias da cultura Greco latinas são anteriores a cristo e, portanto exprimem crenças valores religiosos pagãos. Camões era cristão e em seu poema, deseja cantar também a expansão da fé cristã no mundo. Por isso, a presença de Deus e a referencia a milagres e santos do cristianismo são constantes. Contudo, como nas epopeias que Camões tomou por modelo _ Odisseia e Eneida, do poema latino Virgílio_, Os deuses do olimpo interferem na narrativa, procurando auxiliar ou prejudicar os portugueses em seus objetivos. Enquanto Vênus e Marte, por exemplo, tentam protege-lo, outros, como Netuno e Baco, tentam impedir sua rota_ o primeiro, porque zela pelo seu poderio nos mares, e o segundo pelo seu domínio no Oriente.

Podemos dizer que na obra, Camões conseguiu conciliar, o maravilhoso pagão (fruto do gosto renascentista pelos estudos de cultura pagã) e o maravilhoso Cristão (ideologia pessoal do autor), o que valeu a Camões problemas com a inquisição e tratamento com muita reserva por parte dos críticos de sua época.

Estrutura do poema épico: Os Lusíadas: A obra apresenta 1.102 estrofes em oitava-rima, 8.816 versos decassílabos. Organizados em dez cantos, espécies de capítulos das epopeias, segundo o modelo clássico. Os Lusíadas apresentam 3 partes:

1.Introdução: estende-se pelas dezoito estrofes de canto I e divide-se em 3 partes:a)  Proposição (estrofes 1,2,3) em que o poema apresenta o que vai cantar, ou seja, os efeitos dos ilustres barões de Portugal.

b)  Invocação(estrofes 4 e 5)em  que o poeta invoca as Tagides, ninfas do rio Tejo, para que o auxiliem a fazer o poema, inspirando-o.

c)  Dedicatória ou oferecimento (estrofes 6 a 180) em que o poeta dedica seu poema a D.Sebastião, rei de Portugal.

2.Narração: (estrofes 19 do canto I até o canto X), o poeta relata a viagem propriamente dita dos portugueses ao Oriente, è portanto a parte mais longa do relato e vários são os episódios que nela se destacam. Entre eles estão: A narrativa do amor trágico de Inês de Castro com o príncipe D.Pedro…; O discurso do Velho do Restelo…;As profecias do gigante Adamastor…;As recompensas e reconhecimentos do povo português aos seus heróis- ilha dos amores…  
3.Epilogo: È a conclusão do poema (estrofes 145 a 146 do canto X) em que o poeta demonstra cansaço e apresenta certo tom melancólico. Conclui aconselhando ao rei e ao povo português que sejam fiéis a pátria e ao cristianismo.

Quer saber mais???? …

acesse  institutocamões.com

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14 respostas para Luís Vaz de Camões.

  1. Suanne de Castro Goncalves disse:

    CAMOES com toda certeza uns dos grandes icones da literatura portuguesas, fato interessante sobre lusiadas, que durante o naufragio salvou seus escritos sem deixa-los danificar, outro fato que o faz mundialmente conhecido eo seu poema
    Amor é fogo que arde sem se ver

    Amor é fogo que arde sem se ver;
    É ferida que dói e não se sente;
    É um contentamento descontente;
    É dor que desatina sem doer;
    fonte de inspiracao para grandes compositores como foi ressaltada na cancao de renato russo

  2. Fábia Almeida disse:

    Camões é o poeta que mais se destacou na Literatura Portuguesa. Umas das suas obras mais interessante é seu poema épico Os Lusíadas, que a imitação de Homero e vírgilio, traduz em verso toda história do povo português e suas grandes conquistas. Camões com toda sua criatividade, escrevia seus poemas tanto nas formas da “medida velha”, quanto da “medida nova”.

  3. Lana Oliveira disse:

    Luís Vaz de Camões é considerado o grande poeta nacional da literatura portuguesa, em algum lugar desse mundo , em épocas diferentes, se fizerem a pegunta , quem foi Camões?, com certeza alguém responderá algo sobre ele.
    Poeta que escreveu belos poemas líricos expressando sentimentos de profunda solidão e desejos não realizados, utilizava a medida nova e a velha, escreveu seu poema épico mais conhecido Os Lusíadas, exaltando o povo português.

  4. Elane Vaz disse:

    Luís Vaz de camões é considerado o poeta máximo da língua portuguesa (épico e lírico) Seus sonetos serviram, posteriormente, de inspiração a Bocage, a Olavo Bilac e a Vicente de Carvalho. Camões Épico A obra épica de Camões é o poema Os Lusíadas, inspirado nas epopéias clássicas (Íliada, Odisséia, Eneida). Tendo como porta-voz o navegador Vasco da Gama, na realidade Os Lusíadas tem como personagem principal o próprio povo lusitano, cujos feitos corajosos são exaltados.

  5. ediene martins disse:

    CAMÕES , é grande dentro e fora dos quadros literários portugueses ,por sua poesia, apesar de não se saber muito sobre sua vida.
    “Partindo das várias criaturas que amou,CAMÕES pinta ,com o auxilio da razão, o retrato da mulher amada ,formado da reunião de todas e de nenhuma em particular,porque subordinado a um ideal de beleza perene e universal adota uma concepção racionalista e platônica da bem-amada , ama a mulher não por ela própria mas por encontrar nela o sentimento do amor em grau absoluto ;amor do amor , e não do ser que o inspirou ,Amor ,portanto, mas pensado que sentido ,ou, ao menos ,submetido ao crivo da razão.”
    O poeta procura conhecer ,conceituar o amor ,o que só consegue lançando mão das antiteses e paradoxos como em ;”o amor é fogo que arde sem se ver.”

  6. Willer Fernandes disse:

    A poesia Camoniana se sobressai em relação ás dos demais poetas da época em função de seu autor ter sido mais sensível, ou seja, utilizou-se de muita inspiração e experiências pessoais o que sugere uma verdadeira obra de arte como Os Lusíadas.

  7. Margareth Nunes disse:

    Luís Vaz de Camões, um poeta imortal, onde sua vivacidade está nas suas imagens, as quais (estatuas, cédulas de dinheiro, retratos pintados) estão expostas pelo mundo.
    Um dos principais poetas da literatura portuguesa que mais se destacou com variedade de obras, sobressaindo-se os Lusíadas como obra épica e entre seus poemas líricos o soneto de nº02 ” Monte castelo”, famoso pela interpretação da Banda Legião Urbana , nos anos 80.

    Ao grupo que selecionou sobre poeta L. V. C.
    minhas saudações!

  8. Luana gonzález disse:

    Camões é o escritor mais conhecido e destacado do classicismo português. Escreveu poesias líricas e épicas, Além de várias peças teatrais. Sua poesia era elaborada sobre uma experiência pessoal múltipla, e capaz de realizar uma síntese entre a tradição literária portuguesa e as inovações introduzidas pelo “dolce stil nuevo”, isto é, a adoção da medida nova em substituição a métrica até então adotada.

  9. Fr@nçu@s@ dos Anjos de Jesus disse:

    Quando se diz que Camões era pobre e morreu pobre, é quase inacreditavel….Podemos acreditar que o mesmo sofreu bastante durante sua vida e participou de guerra.Mas tudo isso, não levou Camoões desistir, acredito que ajudou para fortalece-lo. Pela sua coragem, que hoje é considerado o MELHOR de todos os renascentistas.

  10. Luciane Oliveira disse:

    Luís Vaz de Camões foi o maior poeta da língua portuguesa de todos os tempos, todos os dados biográficos têm sido retirados da sua própria obra literária. Sua obra consagrada que levou o nome dos portugueses a todo o mundo.

  11. Shirdieny Freitas disse:

    Camões foi um renovador da língua portuguesa , tornou-se um dos mais fortes símbolos de identidade da sua pátria e é uma referência para toda a comunidade lusófona internacional. Hoje a sua fama está solidamente estabelecida e é considerado um dos grandes vultos literários da tradição ocidental, sendo traduzido para várias línguas e tornando-se objeto de uma vasta quantidade de estudos críticos.

  12. Carla Suelen disse:

    Camões é tradicionalmente considerado o maior poeta lírico português. Sua poesia lírica é marcada por dualidade: ora são textos de nítida herança tradicional poesia portuguesa, escritos em redondilhas, ora são poesias perfeitamente enquadradas no estilo novo do Renascimento como os seus belíssimos sonetos.

  13. Milene Medeiros disse:

    Camões o maior poeta épico,sua vida é uma incógnita, não se sabe certamente de onde veio, porém se sobre saiu como se fosse descendente de nobreza.
    A sua obra revela generosamente o espírito de um homem ardente e de uma grande inteligência. Em uma das viagens Camões levou consigo uma mulher, no qual tinha um romance, no naufrágio que teve que escolher entre a sua obra ou o seu romance, mas ele preferiu salvar a sua obra Os Lusíadas, mas ele acabou homenageando-a. Luiz Vaz de Camões também foi um grande poeta lírico da Literatura Universal.

  14. adriane costa disse:

    Luiz Vaz de Camoes Poeta português, um dos vultos maiores da literatura da Renascença. A sua obra coloca-se entre as mais importantes da literatura ocidental. È considerado o poeta português mais completo da sua época, ou até mesmo de toda a literatura de língua portuguesa. É assim considerado não somente por ter feito uso de quase todos os géneros poéticos tradicionais, mas também pela amplitude dos temas de que tratou e pelo excepcional domínio da língua. Na obra de Camões, a língua portuguesa passou a expressar sentimentos, sensações, fatos e ideias de uma forma que até então não fora alcançada por ninguém..

    ***parabens ao grupo pelo trabalho muitooo booomm..

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